BIBLIOTECAS ESCOLARES
Este é o espaço para...
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a bata e o tubo de ensaio;
o microscópio e os binóculos;
o calor da selva e o frio dos pólos;
a máquina fotográfica e o portátil;
o bloco de notas e a esferográfica;
a tenda e os mosquitos;
a sala de aula e o silêncio do estudo.
a bata e o tubo de ensaio;
o microscópio e os binóculos;
o calor da selva e o frio dos pólos;
a máquina fotográfica e o portátil;
o bloco de notas e a esferográfica;
a tenda e os mosquitos;
a sala de aula e o silêncio do estudo.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Desemprego em Portugal
Em Portugal o desemprego continua a subir. Milhares de famílias sentem dificuldades em comprar bens essenciais.
Muitas famílias já recorreram a bancos alimentares e a instituições e algumas dessas instituições estão já com dificuldade em satisfazer tantos pedidos.
Iara, Miguel e Luís. EB1 de Montemor-o-Novo n.º 3, turma C.
Muitas famílias já recorreram a bancos alimentares e a instituições e algumas dessas instituições estão já com dificuldade em satisfazer tantos pedidos.
Iara, Miguel e Luís. EB1 de Montemor-o-Novo n.º 3, turma C.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Eduardo na Aldeia dos Sete Ofícios
Era uma vez uma aldeia chamada “Sete Ofícios”.
Um dia passou por lá o cantor Eduardo, que andava em digressão por aquelas bandas. Ao passar pela “Aldeia dos sete Ofícios”, ficou pasmado com a sua beleza. Decidiu imediatamente ficar ali a viver. Para isso, precisava de uma casa para morar.
Chamava-se “Sete ofícios" porque havia ali muitas pessoas com diferentes profissões.
Nesta aldeia havia um salão de cabeleireiro chamado “Espiga”, um restaurante chamado “Maravilha”, uma padaria chamada “Paposseco”, uma loja de antiguidades chamada “Loja 5”, uma escola chamada “Escola de Aprendizagem” e uma oficina de pintura de móveis.
Era uma aldeia muito bonita e muito alegre.
Um dia passou por lá o cantor Eduardo, que andava em digressão por aquelas bandas. Ao passar pela “Aldeia dos sete Ofícios”, ficou pasmado com a sua beleza. Decidiu imediatamente ficar ali a viver. Para isso, precisava de uma casa para morar. Dirigiu-se à Junta de freguesia e falou com o sr. Duarte, o presidente da junta, que lhe indicou uma quinta muito bonita, mas que estava desabitada há algum tempo. Indicou-lhe também a arquiteta Isabel, que lhe faria o projeto para a sua nova casa. Também lhe indicou o Sr. Joaquim, o tratorista, que passou a cuidar da horta e do jardim do Eduardo. Assim, o Eduardo instalou-se na aldeia.
Logo de manhã foi à cabeleireira, onde a Maria João lhe fez um penteado muito engraçado; depois, foi ao restaurante “Maravilha” onde tomou um apetitoso pequeno-almoço. Foi comprar o seu pão á padaria”Paposseco”, foi à loja de velharias comprar algumas peças de decoração para a sua nova casa e, finalmente, à oficina de móveis encomendar alguns móveis novos.
Foi falar com a Drª Cláudia, que passou a tratar da sua contabilidade e com o Sr. José, o guarda, que passou a zelar pela segurança da sua casa.
A Menina Teresa ofereceu-se para costurar os seus fatos para os espetáculos e a Dª Leopoldina e o marco ofereceram-se para cuidar dos seus animais.
Quando precisava de ir ao estrangeiro dar os seus espetáculos, o Eduardo podia contar com o Sr. José Carlos, que pilotava o seu helicóptero.
O Eduardo sentia-se tão feliz que, para recompensar aquelas pessoas, resolveu organizar um concerto no salão da “Escola de Aprendizagens” para todos. Foi uma grande festa!
EB1 de Santiago do Escoural. 2.º e 3.º anos (texto coletivo).
sábado, 4 de fevereiro de 2012
A aventura do pão
Na madrugada de 20 de Julho de 1968, o galo cantou às cinco da manhã.
No monte da Malaquinha, o senhor Joaquim e a sua mulher Deolinda levantaram-se cheios de energia para começar um novo dia de trabalho.
Primeiro, comeram um pequeno-almoço de sopas de pão. Depois, trataram dos seus animais e seguiram para a herdade do Passarinho, onde estavam outros ceifeiros e ceifeiras.
Às sete da manhã, o senhor António que era o manageiro ordenou que se iniciasse a colheita do trigo, pois este já estava bem douradinho.
Ao meio-dia, foram almoçar a sopa da panela preparada pela dona Bárbara, a manteeira que também era responsável por fazer a comida.
Passados alguns dias, todo o trigo estava colhido e guardado no celeiro. O senhor José, na sua carroça, carregou o trigo para o moinho do Zorro, onde trabalhava o senhor João que era moleiro. Ele moeu o trigo transformando-o em farinha. Depois de ensacada, o senhor João levou-a na carroça para as padarias e para casa de várias pessoas.
O senhor João levava algum tempo a distribuir a farinha porque existiam cinco padarias: a do senhor Aurélio, a dos senhores Vidigal, a do senhor Viriato, a do senhor Banha e a do senhor Sampaio. Também deixou um saco de farinha em casa da dona Deolinda que fazia o seu pão.
A dona Deolinda tinha muito gosto em fazer o pão.
Ela colocava a farinha num alguidar de barro, fazia-lhe uma covinha e colocava lá água, sal e fermento; amassava muito bem com as mãos em punho. Depois, fazia uma bola de massa e com a mão fazia um gesto em cruz sobre a massa três vezes. Ao mesmo tempo, fazia uma reza assim: “Deus te acrescente… em nome de Deus para sempre”. A dona Deolinda desenhava com a mão uma cruz profunda na massa e punha-a a fintar até que a cruz desaparecesse. Só depois, o pão em massa estava pronto para ir cozer no forno de lenha. Passado uma hora, o pão estava pronto para comer e fazer uma deliciosa tibórnia.
A dona Deolinda preparou com o pão quentinho, azeite e açúcar amarelo a tibórnia que foi o pequeno-almoço naquele dia. O seu marido gostou tanto que disse:
- Ó “mulheri”, a tua tiborna ‘tá muito boa!
Dona Deolinda, muito vaidosa, respondeu:
- Sabes, “J’aquim”, eu deitei mais “açúcari".
EB1 de Santiago do Escoural. Turma A (texto coletivo).
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